O livro conta a história dos amigos Digory e Polly, que após encontrarem uma passagem secreta na casa de Digory, acabam descobrindo os experimentos do Tio André.
Com essa descoberta, eles se tornam cobaias de André, que possui misteriosos anéis mágicos que faz Digory e Polly viajar para outro mundo.
O primeiro lugar onde as crianças chegam é em Charn, um lugar vazio e em ruínas. Lá eles se deparam com um salão, que a primeira vista parecia cheio de pessoas, mas após olharem bem, perceberam não possuir nenhum sinal de vida, apenas eram perfeitos bonecos de cera.
Entretanto, Digory viu uma placa que o desafiava a tocar o sino. Mesmo com a relutância de Polly, ele acaba tocando. É então que Jadis é libertada de seu sono, que nada mais é do que a própria Feiticeira Branca.
Após muitas aventuras, Digory e Polly vão parar em um mundo vazio. Lá eles começam a ouvir a uma voz que cantava ao longe e mesmo sem entender, era o som mais bonito que já tinham ouvido e foi nesse exato momento que Nárnia começou a ser criada.
Sou suspeita para falar, mas essa é uma das minhas séries preferidas! Sei que inicialmente C.S Lewis escreveu para crianças, mas foi impossível eu não me encantar com a história.
Para mim esse é um dos melhores livros das 7 Crônicas de Nárnia. Aqui encontramos respostas para perguntas deixadas no livro "O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa" que foi o primeiro filme lançado da série.
Explica como surgiu o "Guarda-roupa", quem é o tio das crianças Pevensie (o dono do guarda-roupa) e até como surgiu o "Ermo do Lampião"
Acho que o livro da criação de Nárnia só perdeu para último livro "A Última Batalha" (que a seu tempo terá sua resenha ;D). Achei maravilhoso, fiquei imaginando a Canção do Criador e como tudo foi surgindo...
"A terra tinha muitas cores - cores novas, quentes e brilhantes, que faziam a gente exaltar... Até que se visse o próprio Criador. Então todo o resto seria esquecido.
Era um Leão."
Pág: 57
"-Nárnia, Nárnia, desperte! Ame! Pense! Fale! Que as árvores caminhem! Que os animais falem! Que as águas sejam divinas!"
Pág: 64
