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11 de março de 2013

O Cavalo e seu Menino

 

Na Calormânia, um pescador encontra um bebê e o batiza de Shasta. O menino cresce e se torna bastante curioso, sonhando com o que existe além da serra onde vive.
Certo dia um tarcaã (um senhor de alta linhagem) procura o "pai" de Shasta e oferece uma quantia para comprar o menino e torná-lo seu escravo. Shasta acaba ouvindo a conversa e começa a imaginar como seria sua vida longe dali, imaginava que seria muito melhor, afinal já vivia como escravo.
É então que em meio aos  seus devaneios, ele "fala" com o cavalo imaginando que este nunca responderia, mas para surpresa de Shasta ele fala!
No início ele se assusta, mas começam a conversar e Shasta faz inúmeras perguntas de como o cavalo consegue falar. Bri (o cavalo) diz que ele vem de uma terra onde os animais falam: Nárnia.
Shasta e Bri  montam um plano para fugirem dali, rumo ao Norte, rumo a Nárnia. É então que a aventura começa.

Vamos lá a mais um livro das "Crônicas de Nárnia"! ;)
Este livro se passa na época de ouro de Nárnia, ou seja, os irmãos Pevensie são reis e rainhas, apesar de que nesta crônica são meros coadjuvantes. Também leva-se a crer que este livro se passa enquanto eles ainda estão "dentro do guarda roupa", afinal aqui os pequenos, são adultos.
Porém, para mim esse foi o livro que menos gostei. Achei ele chato e demorei uma vida para terminar de ler.
Não que eu tenha detestado, não é isso. Ele é bom, mas foi um livro que não me cativou.
Mesmo assim ele tem um certo charme, aventura é bem descrita, a gente se sente em meio ao deserto e sob o sol escaldante. Acho que no fim das contas senti mesmo foi falta de Aslam e de suas conversas filosóficas com Lúcia rsrs.

Bem, essa é a terceira crônica, e como disse, de todas foi a que menos gostei, não sei dizer bem o por quê, mas não mexeu comigo... Ainda sim, vale a leitura! ;)



Pág: 285

17 de novembro de 2012

As Crônicas de Nárnia - Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa


Durante a II Guerra Mundial, Londres está em guerra e para fugir dela os irmãos Pevensie, Pedro, Suzana, Edmundo e Lucia são mandados para a casa de um professor a fim de serem protegidos.
Em meio a uma brincadeira, Lucia encontra uma sala vazia contendo apenas um antigo guarda roupa. Ela se esconde dentro dele e acaba descobrindo que ele é uma passagem para uma terra chamada Nárnia.
Ela  corre para contar para os irmãos, mas eles não acreditam, dizendo que tudo não passou de imaginação.
Após uma travessura, com medo de serem castigados os irmãos Pevensie correm para se esconder e acabam indo para o tal guarda roupa. É então que todos vão parar em Nárnia.
Nárnia está sendo castigada por um rigoroso inverno e lá eles conhecem uma antiga profecia narniana: que dois filhos de Adão e duas filhas de Eva surgiriam e eles se tornariam Reis e Rainhas de Nárnia, ao lado de Aslam e com isso seria o fim do império da Feiticeira Branca e o inverno imposto por ela.
É então que os irmãos vão ao encontro de Aslam e a procura de Edmundo, que foi seduzido pela Feiticeira Branca.

Para mim ele é bom, mas não é o melhor livro das Crônicas de Nárnia.
Nele somos apresentados aos irmãos Pevensie. Me identifico muito Lucia, criativa e muito sonhadora. Mas gosto bastante de Edmundo, mesmo ele sendo o "irmão mau" rs. Ele nos mostra que é possível se arrepender e mudar de atitude.
Já Pedro é forte e destemido, o irmão mais velho que toma as responsabilidades para si. Um verdadeiro rei.
E Suzana é a mais incrédula, mesmo estando em Nárnia, não consegue acreditar na profecia e só pensa em voltar para o "mundo real", até que é totalmente convencida.
Este livro foi o primeiro a ser transformado em filme (apesar de não ser o primeiro livro), na verdade ele é o segundo, é a sequência do Sobrinho do Mago (resenha aqui).
Eu diria que o filme foi muito fiel ao livro, como poucos. Não lembro de nada (no momento) que seja diferente. Isso para mim foi um ponto extremamente positivo!

Eu gostei muito, ele é um dos que mais gosto da série, mas ainda sim não é meu preferido ;)

7 de outubro de 2012

As Crônicas de Nárnia - O Sobrinho do Mago


O livro conta a história dos amigos Digory e Polly, que após encontrarem uma passagem secreta na casa de Digory, acabam descobrindo os experimentos do Tio André.
Com essa descoberta, eles se tornam cobaias de André, que possui misteriosos anéis mágicos que faz Digory e Polly viajar para outro mundo.
O primeiro lugar onde as crianças chegam é em Charn, um lugar vazio e em ruínas. Lá eles se deparam com um salão, que a primeira vista parecia cheio de pessoas, mas após olharem bem, perceberam não possuir nenhum sinal de vida, apenas eram perfeitos bonecos de cera.
Entretanto, Digory viu uma placa que o desafiava a tocar o sino. Mesmo com a relutância de Polly, ele acaba tocando. É então que Jadis é libertada de seu sono, que nada mais é do que a própria Feiticeira Branca.
Após muitas aventuras, Digory e Polly vão parar em um mundo vazio. Lá eles começam a ouvir a uma voz que cantava ao longe e mesmo sem entender, era o som mais bonito que já tinham ouvido e foi nesse exato momento que Nárnia começou a ser criada.

Sou suspeita para falar, mas essa é uma das minhas séries preferidas! Sei que inicialmente C.S Lewis escreveu para crianças, mas foi impossível eu não me encantar com a história.
Para mim esse é um dos melhores livros das 7 Crônicas de Nárnia.  Aqui encontramos respostas para perguntas deixadas no livro "O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa" que foi o primeiro filme lançado da série.
Explica como surgiu o "Guarda-roupa", quem é o tio das crianças Pevensie (o dono do guarda-roupa) e até como surgiu o "Ermo do Lampião"
Acho que o livro da criação de Nárnia só perdeu para último livro "A Última Batalha" (que a seu tempo terá sua resenha ;D). Achei maravilhoso, fiquei imaginando a Canção do Criador e como tudo foi surgindo...

"A terra tinha muitas cores - cores novas, quentes e brilhantes, que faziam a gente exaltar... Até que se visse o próprio Criador. Então todo o resto seria esquecido.
Era um Leão." 
Pág: 57

"-Nárnia, Nárnia, desperte! Ame! Pense! Fale! Que as árvores caminhem! Que os animais falem! Que as águas sejam divinas!"
Pág: 64